Nono episódio no ar! Para compensar o atraso, um episódio enxuto e bem humorado. Os assuntos tratados foram:

1 – Interfaces em dispositivos móveis e em desktops (tempo – 04:10)
http://www.wired.com/magazine/2011/09/reviews_levy_scrollbar/
http://www.alistapart.com/articles/responsive-web-design/
http://www.stevenlevy.com/index.php/books/in-the-plex

2 – Flash e HTML5 (tempo – 14:30)
http://www.theverge.com/2011/11/9/2548802/adobe-killing-mobile-flash-plugin-android-playbook
http://yieldthought.com/post/12239282034/swapped-my-macbook-for-an-ipad
http://bit.ly/oArs7p

3 – Caçadores de tendências (tempo – 25:15)
http://www.pbs.org/wgbh/pages/frontline/shows/cool/
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Tipping_Point

Trilha sonora: Free Royalty Free Music by DanoSongs.com

Minutagem: Joubert Maia

Leave a Reply to Alvaro Braga Cancel reply

6 comments on “Ainda Sem Nome #9

  1. O tamanho do podcast não é documento.
    Ficou bem melhor ele mais enxuto.
    Abraço,

  2. Lucas Sallum Nov 17, 2011

    Fala pessoal, eu sou o cara da bicicleta 🙂
    O evento semana passada foi muito bacana e rico em ideias!

    Comentando sobre os assuntos do podcast da semana, vale citar a aside magazine (http://asidemag.com/) que se auto declara a primeira revista do mundo produzida exclusivamente em html5. Dei uma olhada nela pelo iPad e a qualidade é muitas vezes superior à dos apps “tradicionais” das revistas. Os próprios criadores defendem a sua publicação à margem da AppStore, principalmente por não desejarem que uma empresa terceira tenha que autorizar o seu conteúdo.

  3. Cesar Giannini Nov 18, 2011

    Muito bom o programa, mais suscinto e objetivo. eu já iria comentar sobre a quantidade de – Éhhh!… só que tem outra, posso falar? o que vc acha “CARA”? CARA, eu acho isso… tá valendo, eu que sou chato mesmo.

    Venho comentar sobre a questão da morte do mouse e do desktop.
    Quem fala isso, está muito enganado, como disse o Caio. Falando na área do entretenimento, o Cabeça comentou da vantagem do jogador que usa mouse terá sobre o do finger, mas pensando em outra área diferente da comunicação, marketing e games, acho que vocês deveriam pensar e analisar assim também, imagine uma empresa de projetos de engenharia, trabalhando com ipads e sem mouse: Impossível, ou eu ainda não vi como, um engenheiro ou arquiteto projetando uma barragem de usina, ou uma máquina, ou até mesmo o motor 1.0 do seu carro, sem mouse e desktop. Talvez com uma pen, mas os cad´s utilizados, não utilizam este periférico. É inviável e improdutivo, dado a precisão desejada.
    E para finalizar, como sou de uma geração anterior a de vocês, wtf is “gangsta”? kkk
    Abraços e continuem melhorando.

  4. 😀 é bom saber que fui util 😀

    1 – Interfaces em dispositivos móveis e em desktops (tempo – 04:10)
    Eu não sei se curto muito esse lance de tiles. É uma mudança muito grande de interface e a opção de trabalhar com o desktop deve existir….
    Com relação ao touch, não sei se seria interessante pra trabalhar em um desktop sem a opção de utilizar um mouse. por exemplo levar a mão até o monitor para clicar uma determinada área do monitor vai demandar mais tempo e energia do que utilizar um mouse para fazer o mesmo.
    Sem contar a questão de repousar o braço ao utilizar o mouse.
    concluindo o meu ponto, eu acredito sim que touch screen para desktops seja interessante, mas acho muito mais interessante que seja utilizado junto com o mouse.
    2 – Flash e HTML5 (tempo – 14:30)
    😛 Estavam só esperando o Jobs morrer… putz… se demorasse mais um pouco, eles matariam o cara né?
    Tenho que comecar a aprender HTML5
    3 – Caçadores de tendências (tempo – 25:15)
    Eu ja tinha ouvido falar por alto da existencia desta profissão, achei interessante saber um pouco mais. acho até que vou fazer a minha barba e ir estudar numa escola publica descobrir o que eles querem e ficar MUITO rico! MWHAUHHAHAHAH

  5. Alvaro Braga Nov 21, 2011

    Que beleza o podcast estar melhorando tanto, na produção e na interlocução. 🙂 Legal mesmo pessoal, bora continuar!

    Queria deixar meus cents pra questão do padrão e a relação entre a produção e as várias plataformas existentes. Eu fico muito feliz pelo HTML5 estar, ‘enfim’, tomando ares de ambiente flexível para desenvolvimento de coisas para além do site institucional ‘careta’.. o exemplo do Super Mario é fantástico (eu ainda quero entender como foi tão possível, rs), e o exemplo da asidemag é bacaníssimo também. Entretanto, eu ainda preservo certo zelo pela diversidade, e explico:

    Até onde observo, estamos passando por uma fase de transição midiática. Ou seja, o ‘local’ onde nós vamos comprar audiência está mudando, e a velha mídia que é empurrada no público tem cada vez menos espaço, e há a necessidade de remodelar a forma como construímos valores para as marcas. Não temos mais o controle completo do que é contado, e como é contado, ao longo desta história mais. O usuário está entreposto, e isso muda radicalmente a forma como vamos alcançar, e fidelizar o nosso target.

    Essa transição midiática, até onde eu observo, se dá pelos diversos canais. Em outras palavras: eles SÃO o novo canal de mídia: eles produzem conteúdo (ou catalizam a produção), eles aglutinam público e eles permitem acesso à este público a quem esteja disposto a aceitar o modelo (seja ele de 30% ou não). E por isso, retornando aos meus cents, me parece muito importante a existência de vários padrões. Não só para o Android Market, para o iTunes e a App Store, com suas milhares de soluções bacanissíssimas; como também em muitas outras plataformas como Facebook, Twitter, LinkedIn e companhia (The Sims – social game do FB – eu acho, é feito em Flash e tem uma pá de gente viciando); sem esquecer também das próximas iterações nos sistemas da Miscrosoft e até da Amazon; chegando inclusive nas lojas de app do Safari, do Firefox e do Chrome (algumas rodam até C, parece).

    Acho que não vai dar pra lutar, onde tem público tem investimento, e onde tem investimento tem capacitação. O resultado final vai ser uma miscelânea de código, rs. E o HTML certamente será 1 nesse meio.

    Algumas linguagens como HTML ou até mesmo o Flash (pois ele não morreu, rs) vão portar bem para diversos meios… mas é um pecado pensar que isso aponta o HTML enquanto uma linguagem que estará em detrimento das outras. Afinal, nesse mundo de novos canais de mídia, o que manda não é fazer um site que funciona aqui, ali e acolá. O que manda (pelo menos em termos de comunicação) é o USO criativo e adequado destes canais; a conjugação estratégica das possibilidades que esse ecossistema oferece para criar uma comunicação poli-presente com capacidade de aderir com mais eficiência no lifestyle de cada público. Os coolhunters estão aí pra falar disso: hoje, se ater à estratégia de fazer site que funciona bem em desk e em mobile pode ser considerada um arroz com feijão bem do básico. É necessário entrar na vida de quem consome a marca… e nesse caso vai o que for melhor, mesmo se for Java ou Objective C.

    Acho que a gente tem que segurar um pouco a onda com HTML5 (osssso, certo?)… ele é um grande player do presente e do futuro, mas implementar algumas coisas em HTML5 poderá desencadear experiências sofríveis. Tipo… achei super bacana o asidemag, principalmente pela capacidade flexível de diagramação a partir do HTML e CSS (coisa que às vezes falta muito no Flipboard ou no Pulse, por exemplo), a distribuição também fica bem leve (e quem já baixou centenas de megas num tablet pra ver uma revista sabe disso). Mas infelizmente as APIs de javascript estão bem longe de implementar recursos de acelerômetros e scrollings na mesma competência que um real app faria. Como resultado, arrastar as páginas ficou meio lento, meio chato, meio agarrado (… e num touchscreen – ouch). A tendência é que um aprofundamento dessa experiência, com o tempo, vá se tornando cansativo.

    Certamente muitos padrões serão estabelecidos ainda, e muito vamos amadurecer sobre como devemos fazer pra coisa sair do jeito certo. Mas algo me diz que as diferentes tecnologias vão compor isso… sei lá.

    … e por falar no estabelecimento de ‘padrões’, não é que em épocas ‘terminais’ de Flash estamos tendo cada vez mais ‘intros’ e ‘loaders’ em mainstream-sites HTML? Rsrs, vai vendo. ( um de muitos: j.mp/s1DFB2 )

  6. Helena Belintani Shigaki Nov 22, 2011

    Ótimos comentários!
    Gostei da parte sobre etnografia, é uma metodologia muito interessante e rica em detalhes! Com relação a margem de erro que o Felipe comentou, lembrei de uma frase que eu li onde o autor comenta que neste tipo de pesquisa o número de entrevistado deve estar relacionado não a quantidade de pessoas e sim a qualidade da informação. Além disso, deve-se parar de entrevistar somente quando houver uma saturação de informação, ou seja, quando nada de novo for falado. Isso reduz a margem de erro e ajuda na Graunded Theory.
    Sobre o Desktop, não troco minha tela de 22 polegadas por uma menor. Não consigo trabalhar com notbook, netbook e nada menor que isso. Tenho, claro, mas uso somente quando necessário. Acho que é por este motivo que também acredito que ele não será eliminado do mercado, há uma boa parte de consumidores que ainda é muito interessado nisso.

    Uma sugestão para vocês, fiquem à vontade para aceitá-la ou nã, seria a padronização das músicas que iniciam e finalizam o podcast. Pensando mais no futuro, seria legal ouvir a musiquinha no rádio e lembrar “Oh.. tem ASN agora…”, como se fosse uma marca registrada. A música do sexto e sétimo episódio são bacanas, cara! rs
    Abraços!

Ainda Sem Nome © 2015