Pessoas, habemus Ainda Sem Nome!

Com o Caio vetado pelo Departamento Médico, tive que assumir a produção, edição e tudo mais do nosso podcast. Medos e receios vencidos, acho que o resultado não foi dos piores. A participação fundamental neste episódio foi do Alexandre Silva, da Bolt Brasil.

Discutimos sobre:

1) Sugestão do Julio Cesar:: A dificuldade de levantar, tratar e guiar de forma correta (e inovadora) os projetos digitais dentro de empresas que não são atendidas por agências.
http://www.minasmarca.com/web/index.php/2011/10/voce-sabe-o-que-e-um-site/
FUNDEP

2) Via Luis Carlos Fernandes no Gtalk: Saiu o resultado da Pesquisa do Publiminas, e agora?
http://www.publiminas.com/2012/01/ranking-2011-em-qual-agencia-mineira-voce-gostaria-de-trabalhar/

3) – Dica do Narcélio pelo Google Plus:
http://mashable.com/2012/01/12/pseudonym-commenters-leave-better-comments/

Conforme a tradição do Podcast, estouramos o tempo e saímos um pouco da pauta, mas foi de coração!

Aproveitem!

Ah, a trilha sonora, como de praxe, veio daqui: Free Royalty Free Music by DanoSongs.com

 

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17 comments on “Ainda Sem Nome #16 – Planejamento e clientes, pesquisa do Publiminas e comentaristas anônimos

  1. Legal os assuntos em pauta, pessoal! Bom ouvir o que as pessoas tem a falar.

    É a primeira vez que estou ouvindo e achei MUITO bacana!

    Pena que aqui onde moro é extremamente raro encontrar alguém pra discutir assuntos como esses que foram abordados e que fazem parte do nosso dia-a-dia.

    Quanto as doações, nunca fiz.

  2. Com respeito a pesquisa do Publiminas: seria bacana alguém fazer uma pesquisa de verdade. Quem sabe a Amadi não tomaria frente disso? Seria muito bom.

  3. Helena Belintani Shigaki Jan 18, 2012

    Parabéns pelo Podcast, achei ótimo!

    Sobre a Publiminas, é impressionante a quantidade de gente que responde, não é? 1661 votos! É coisa demais! Já a B9, que começou esta pesquisa, recebeu 4756 votos em 2010.
    Lembra Caio, naquele projeto do Store Equity? Ficamos por pouco mais de um mês para conseguir 300 respondentes, isso com incentivo $$ ainda hein, no esquema bola de neve.
    É muito difícil conseguir este número, a empresa poderia utilizar melhor este número para uma pesquisa com mais credibilidade, mais completa e abranger questões realmente importantes quando se faz uma avaliação deste porte. E as empresas que ficaram no final da lista? Às vezes elas podem até ser melhor que a primeira, pois o questionário não dá esta base de avaliação… O tema da pesquisa é interessante, mas não são estas as perguntas que devem ser utilizadas para chegar a resposta que eles querem. Com certeza há uma série de pessoas estudando este tema, vários artigos.. E, com certeza, devem estar bravos ao ver que uma pesquisa desta teve esta repercussão. Chega a ser engraçado e, não sei quanto a vocês, mas os sites (tanto a Publiminas quanto à B9) perderam ponto comigo. Pode até ser um site interessante com informações úteis, mas perdeu quando replicou esta pesquisa.. (Alexandre, a pesquisa da Publiminas é idêntica à da B9).

    Mais, para trollar:
    Quem saiu em primeiro lugar, pode contar vantagem:
    https://www.facebook.com/TomComunicacao

    Já quem saiu em 2º não! rs Mas, quem está entre as dez mais, pode:
    http://stalocomunicacao.com.br/novosite/blog/
    Além da Agência Sic, postado pelo Bruno no primeiro comentário.

    Abraços!

    • Helena Belintani Shigaki Jan 18, 2012

      Esqueci de falar, nunca fiz uma doação ao Wikipedia e sempre me pergunto isso: Será que alguém já fez uma doação para este site?
      No site da Abril, comenta-se que a Wikipedia recebeu quase US$ 2,3 milhões, isso em 2008, com o pedido de doações. Fora uma doação de US$ 3 milhões da Sloan Foundation.
      Ou seja, retorno dá! Mas, não sei qual a % provêm do Brasil! rs
      Abraço!

    • A galera gosta de aparecer, né? O que deve ter tido de funcionário votando na própria agência, não está escrito… Mas enfim… Dificuldades a gente encontra quando quer fazer pesquisa séria, como você disse.

      No mais, doar é bacana. Faz bem pra gente continuar tendo acesso a coisas legais que fazem de graça pra gente 🙂

  4. Muito boa a participação do Alexandre. Parabéns, pessoal.

  5. Caco Ponsirenas Jan 18, 2012

    Vou dar uma cornetada: o cliente não saber comprar não é o mesmo que o fornecedor não saber vender. Quando você não sabe comprar, você compra uma coisa errada. Quando você não sabe vender, você não vende.
    Para mi, o cliente tem o direito de não saber comprar. O fornecedor é que tem que reinventar a venda.

  6. Fala Caco, na verdade o que falamos foi que o cliente compra comunicação digital como compra a antiga publicidade. E sabemos que não é a maneira mais correta. E muitas vezes estamos tratando com pessoas que passaram alguns anos na universidade estudando marketing, outros estudando comunicação social e estão a frente da comunicação de uma grande empresa, e neste caso é sim obrigação conhecer o que se compra. Pois não está comprando um caminhão de fubá, e sim um serviço que pode ser a principal ferramenta de marketing de uma empresa. Então ele tem obrigação de saber do que se trata e tem obrigação de saber escolher a empresa que vai fornecer o serviço.

    Anos atrás, quando íamos tratar de internet, tratávamos com a informática, e em geral estes profissionais compravam sistema, tecnologia e qualquer outra coisa, mas não comunicação. Mais recentemente, perceberam que a internet era uma ferramenta de comunicação, que fazia uso da informática e da tecnologia. Então, ao transferir a responsabilidade para o setor de comunicação e/ou marketing, eles também transferiram a obrigação de estudar este novo veículo. Só que infelizmente a grande maioria, como de costume, não se preocupou em estudar ou mesmo entender. E continuaram a comprar um site como quem compra um anúncio de revista.

    Em concorrências o que a gente mais escuta é: Quero ver o layout… Mas como entregar um layout sem um mínimo de estudo? Então, é claro que a empresa prestadora do serviço tem obrigação de educar o cliente, mas isso não exclui a obrigação dos responsáveis pela empresa de entender do assunto ou no mínimo contratar quem entende para ajudar nesta contratação.

    Bom, esta é a minha opinião…

  7. Concordo com o Alexandre, é obrigação sim, se uma pessoa ocupa um cargo (com ou sem formação) de comunicação. Essa pessoa, em teoria, precisa ter seu bom senso apurado. Não se trata de ser técnico, mas sim, de saber o que é melhor e mais prudente.

    Quando a ter convencimento junto ao gestor, é meio romântica essa ideia, apesar de sempre necessária. Inúmeros exemplos comprovam o quanto uma cultura empresarial se torna muitas vezes um barramento.

    Eu adicionaria aos conselhos, ter uma postura mais de mercado com seu gestor, seja ele gerente ou diretor. Eu prefiro ir direto ao diretor. O que quero dizer é: um bom diretor quer saber de quanto e como ele vai aplicar um recurso e quando e como ele terá lucro (nem sempre só de dinheiro, mas outros resultados também). Chegar preparado, com números, planos claros e demais “provas” ajuda bastante para que ele consiga entender o panorama. Diretores querem resultados. Entregar no prazo é o mínimo esperado. Com muita cautela eu consigo sempre convidar bons profissionais e agências para ajudar a tocar diversos projetos internos e externos. Mas se chegar falando que “se fizer wireframe vai ficar super bacana”…perdeu.

    Muito legal mesmo o bate papo de vocês sobre esse cenário, que na verdade se torna um desafio de relacionamento. Como tudo né?

    Parabéns pelo espaço.

    • Concordo também… no final é a história tem que convencer e vc precisa conversar na mesma lingua de quem vai te ouvir. Se vai tratar com alguém técnico, não queira discutir conceito, se vai tratar com um diretor de uma empresa, dê uma visão que ele espera ter do seu projeto. Isso serve pra tudo, até pra procurar emprego… ninguém deveria fazer um CV e enviar pra todos os lugares o mesmo, entenda como você pode tocar nos ponto que são importantes para cada empresa que deseja trabalhar e faça algo direcionado, exclusivo. A mesma analogia serve para convencer um gestor a investir na sua ideia e não na do outro ou mesmo em nenhuma.

      Realmente está muito interessante o bate papo.

  8. Bem bacana o podcast dessa semana. Foi o único que concordei 100% com o Caio. 🙂

    1) Na verdade muitas vezes nos encontramos em uma encruzilhada. Quando a empresa tem um cultura de comunicação, porém baseada na relação empresa/agencia de comunicação, nos deparamos com alguns problemas relacionados ao que o Alexandre chamou de “compra da antiga publicidade”. Vejo esse problema na maneira de remunerar o nosso trabalho e o entendimento do framework de trabalho de uma agencia digital. Mas vejo com bons olhos (e esperança) uma mudança dessa cultura.
    Nas empresas que não tem cultura de comunicação acontece o mesmo. Mas muitas das vezes eles são mais abertos a entender essa nova forma, já que não possuem alguns ranços anteriores. Porém aqui o trabalho pode ser mais árduo, já que começa do zero.

    2) É quase unanimidade que a votação do Publiminas não gerou nenhum resultado válido, porém a iniciativa é muito boa. Uma coisa que precisa ficar claro é a participação das próprias agencias. Lógico que as pessoas podem votar na sua própria agência. E esse voto é endossado com um campo “Motivo” (salário, ambiente, etc.). Não acho que isso tiraria o mérito da votação. O que não dá é poder votar quantas vezes quiser, utilizar robôs ou fakes. Creio que um post bacana do Publiminas explicando a lógica dessa votação consiga sensibilizar os votantes das agencias sobre a importância de um resultado real para o mercado.

    3) Me preocupa demais a falta de uma educação/etiqueta das pessoas em relação a abordagem da internet, principalmente nas redes sociais. Hoje existe uma chance real que essa falta de criterios para opinar sobre algo possa gerar um sério problema para alguém, principalmente no “linchamento virtual”. Quantas vezes você já recebeu um email indignado ou um post puto no facebook e um link de uma noticia do Sensacionalista? Já recebi vários. É um ótimo exemplo dessa falta de critério que tem como base a desinformação e a facilidade de share que a ferramenta te dá.

    E por ultimo uma historinha que aconteceu aqui na 3bits, para exemplificar a dificuldade de explicar o processo. Um cliente tinha um péssimo site, antigo, feio e desatualizado. O volume de informações era bem grande, o que reforçava a necessidade de um bom planejamento/wire/arquitetura/etc.
    Quando apresentamos o planejamento o cliente nos disse: “Gente, tá lindo!”. Aí tive que dizer com bastante calma: “Que bom que gostou. Mas isso é só o wireframe, o layout vem depois…” O__O

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